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terça-feira, 20 de julho de 2010

Quem disse que é impossível viver pra sempre?


A vida eterna é objeto de desejo para muitas pessoas do globo. E estas, por sua vez, buscam meios de transformar o seu pouco tempo de estadia na Terra em algo significativo para outras pessoas, o que torna suas memórias e sua figura humana algo realmente "eterno" nos corações daqueles que na Terra vivem. Para exemplificar, quem aqui não conhece Michael Jackson? Lembrando bem ou mal, as pessoas ainda lembram.
E, para muitos, a memória se torna a forma mais "plausível" de vida eterna.

Baseando-se nesse princípio, os pesquisadores foram ainda um pouco mais longe. Sabendo ser a memória a forma mais aceita e tangível de "vida eterna", eles buscaram desenvolver algo que guardasse as experiências físicas e mentais da pessoal - o que pode ser caracterizado por memória - para depois serem reabertas.

Porém, isso já não era novidade para ninguém. Uma gravação num gravador comum de décadas passadas pode ser ouvida e interpretada nos dias de hoje, também. Foi então que eles decidiram dar um passo a frente, desenvolvendo algo que recordasse não algo simples como fala, mas sim algo maior: o que a pessoa sente. E isso se torna possível com a ajuda de biosensores instalados no dispositivo de reconhecimento.

Mas que dispositivo? Seria estranho carregar por aí um aparelho durante o dia todo. Foi então que surgiu a ideia genial de condensar tudo isso dentro de uma blusa!
E, com o uso de tal técnica, o aparelho ainda ganha a capacidade de transferir a memória de um usuário para o outro, criando o que os pesquisadores chamam de "ser ausente".
Como isso? Ele percebe características como batimento cardíaco, temperatura da pele, etc, etc, e os transfere para o segundo corpo, fazendo com que ele sinta aquilo que o primeiro sentia; e tudo isso potencializado por gravações reproduzidas por auto-falantes localizados nos ombros da tal blusa.

O equipamento ainda pode auxiliar em situações extremas, contornando problemas como stress, desespero ou angústia com combinações de imagens e sons. Tudo isso sendo armazenado para reproduções futuras.

Longe de ser aquilo que vemos em filmes - ao estilo Minority Report - nos quais a memória é gravada em pequenos discos rígidos. Porém, mais um degrau para a tão sonhada vida eterna.
As aplicações disso são várias... porém, ao meu ver, trata-se de uma tecnologia com grande potencial de crescimento, e que vai se desenvolver MUITO mais com o passar dos tempos.

Mas então, e aí, você quer viver pra sempre?


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